quinta-feira, 2 de março de 2017

Curitiba.


  • Curitiba realmente parece ter uma preocupação com a qualidade de seu turismo. Percebe-se que toda a estrutura da cidade é voltada para este segmento, desde a logística, com seus maravilhosos ônibus panorâmicos sem teto até o reaproveitamento cênico, pois, exemplificativamente, aquilo que seria uma pedreira abandonada passa a ser um belo parque de visitações, como o Tanguá.
  • Embarcando nos citados ônibus à um preço módico (acho que algo em torno de 30 reais), percorre-se todos os pontos turísticos da cidade, tendo ainda o turista o direito de saltar em 4 deles, para visitações. A frequência dos ônibus nos pontos é de meia hora. E opções para visita é o que não falta, vejamos:
  • Abaixo, o Largo da Ordem, lugar ideal para aquele bate-papo no final de tarde.




  • O Cavalo Babão.





  • As exposições do Museu Oscar Niemayer são imprevisíveis. Abaixo um jogo de luzes de tirar o fôlego.







  • Sim, imprevisíveis.







  • A fotografia abaixo pode parecer sem sentido, pois o que pode haver de interessante em um poste cheio de chicletes mascados grudados? Bem, esta altura do poste só é alcançada por quem está na parte superior dos ônibus panorâmicos, e o poste está situado exatamente ao lado de um ponto de ônibus. E eu, que estava fazendo o City Tour, parei exatamente ao lado do poste. Como eu percebi tratar-se de um ritual para os turistas agraciados como eu, também deixei meu chiclete mascado lá.





  • A Ópera de Arame.






  • O Parque Tanguá.












  • E o passeio de ônibus panorâmico continuou. Seguem algumas fotos durante o passeio.










  • De volta ao Largo da Ordem.





  • No Hotel, uma brava Suzuki Savage estava de prosa com A Mulinha.






  • A arquitetura da cidade impressiona.

















  • O Jardim Botânico.







  • A flora em meio à selva de pedra.












  • O almoço foi neste aconchegante restaurante: o Barolho (Bar + Olho). 




  • O "Olho". Monumento projetado em frente ao Museu Oscar Niemayer. O "Bar" encontra-se defronte.





  • O interior do Barolho.





  • O Parque Tanguá.







  • Agora algumas panorâmicas.





















Pensemos...


Arteiros: Vincent Van Gogh


  • É uma das mais conhecidas pinturas do artista holandês pós-impressionista Vincent van Gogh. Foi criada por Van Gogh aos 37 anos, enquanto esteve em um asilo em Saint-Rémy-de-Provence (1889-1890). A obra atualmente encontra-se na coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York. O quadro, chamado "A Noite Estrelada", em Português, foi pintado a partir da memória do artista.

Júlio Verne: sempre moderno.


Estamos sozinhos?